Vitória anunciada: Alban Lakata domina em Leadville 100

  Agosto 13th, 2012 | 11:28 | Canyon Onlineredaktion

Este evento nunca foi ganho por um corredor não americano… até agora!

Alban Lakata, também conhecido por “Albanator”, viveu o seu papel de favorito no início da corrida e venceu de forma brilhante a lendária “corrida das corridas”, a Leadville 100.

Alban Lakata dominiert bei Leadville 100

Inspirados e em excelente forma física após a sua vitória no evento Transalp, a dupla profissional da equipa Topeak-Ergon, Alban e o seu companheiro Robert Mennen, conduziram lado a lado as suas bicicletas Grand Canyon CF SLX 29.

Os corredores tiveram que superar cerca de 161 Km nas Montanhas Rochosas. Uma das especificidades deste evento é a altitude. Desde Leadville, a uma altitude de 3094 metros, a corrida sobe até à denominada “Columbine Mine”, situada a uma altitude de quase 3800 metros.

Estamos a comemorar o grande momento da vitória de Alban e dispomos de excelentes bicicletas de montanha a preços reduzidos.

Bicicletas profissionais ao seu alcance:

Grand Canyon CF 9.0 Team: Antes: 3699 € – Agora: 3199 € – Poupa 500 €

Grand Canyon CF 8.0: Antes: 2499 € – Agora: 2199 € – Poupa 300 €

Parabéns também às senhoras! Sally Bigham, que também sobressaíu na Transalp há algumas semanas atrás, obteve o segundo lugar. Sonya Looney terminou com um honroso quinto lugar após 80 Km de corrida. Um desempenho de alto nível!

Parabéns a toda a equipa!

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À conquista do Ouro: Irina Kalentieva em Londres 2012

  Agosto 8th, 2012 | 19:17 | Canyon Onlineredaktion

O entusiasmo é cada vez maior. No sábado 11 de agosto a seção de BTT dos Jogos Olímpicos de Londres mete-se a caminho.
Entre os participantes encontra-se a bi-campeã do mundo Irina Kalentieva da equipa Topeak-Ergon, nativa da Rússia na sua bicicleta Canyon.

Irina Kalentieva

“Não nos podemos dar ao luxo de ter medo da corrida e temos de estar preparados para nos deixarmos levar e dar tudo o que temos.”
Este princípio orientador foi o que levou Irina Kalentieva até ao topo deste desporto, permanecendo uma das mulheres mais rápidas do mundo, durante vários anos, na Taça do Mundo de Cross Country.
Irina dá sempre o máximo para alcançar os seus objetivos. O BTT é a sua paixão número um e é isso que pretende provar nos Jogos Olímpicos de Londres.

No blog de Irina ela fala extensivamente sobre a sua preparação e experiências. Acompanhe Irina nas últimas horas que antecedem o grande evento.

Assim, vai em frente Irina e luta pelo Ouro!

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Triunfo de Daniel Moreno na Volta de Burgos

  Agosto 6th, 2012 | 9:47 | Canyon Onlineredaktion

Era a sua corrida este ano. Um ano após o sucesso do seu compatriota e colega de equipa Joaquim “Purito” Rodrigues, Daniel Moreno conseguiu a vitória geral na Volta de Burgos, conduzindo a sua Canyon.

O trepador de 30 anos de idade venceu duas das cinco etapas da 34. edição deste evento e conseguiu defender a camisola do ataque do ciclista Sérgio Henao da equipa Sky’s Colombian na etapa final.

Parabéns ao Daniel!

Canyon e Katusha: Aprendendo uns com os outros, vencendo juntos!

Daniel Moreno gewinnt die Burgos-Rundfahrt 2012 /  Foto: F. ORDOÑEZ

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Transalp 2012: 10 vitórias em 6 etapas – A equipa Topeak-Ergon luta até ao topo

  Julho 20th, 2012 | 14:16 | Canyon Onlineredaktion

A mais prestigiada corrida de BTT, a Transalp, decorre nos Alpes. Os 3 atletas Topeak-Ergon – Alban Lakata, Robert Mennen e Sally Bigham – lutam pela vitória final das bicicletas Canyon.

A décima quinta Craft Bike Transalp, uma das mais duras provas de BTT, decorreu desde o dia 14 de julho. A corrida de 8 etapas desenrola-se ao longo dos Alpes desde Oberammergau em Baviera, até Riva em Lago di Garda, Itália, e ao longo de 618 km e 21166 de altimetria. Alban Lakata, Robert Mennen e Sally Bigham da equipa Topeak-Ergon e claro, a Canyon, encontram-se em ação.

No início do evento os favoritos da Topeak-Ergon, Lakata e Mennen, não tiveram a sorte do seu lado durante a etapa de abertura de 96 km, desde Oberammergau até Imst, perdendo mais de 13 minutos devido a uma falha técnica. No final da etapa a dupla posicionou-se em 8º lugar da geral, cerca de 10 minutos abaixo dos líderes.

No entanto, na etapa 2, a dupla fez saber aos seus rivais que não desistira da vitória final. Na etapa desde Imst até Ischgl a dupla da equipa de Koblenz terminou dois minutos acima da equipa principal.

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A etapa 3, desde Ischgl até Nauders, foi também para a equipa Topeak-Ergon. Aqui, Robert e Alban puderam celebrar a sua segunda vitória com a Grand Canyon CF SLX 29 e obter cerca de 50 segundos de vantagem em relação à dupla líder.
A etapa de 53 km desde Nauders até Scuol foi uma etapa na qual esta dupla voltou a impressionar. Venceram a terceira etapa com um tempo de 2:15:17.2. Lakata e Mennen estão agora a apenas 3 minutos dos líderes Kaufmann/Stoll. Na segunda subida até Reschner Alm, Lakata e Mennen forçaram o ritmo. “Apercebemo-nos que os outros estavam com problemas e tentámos ganhar vantagem”, disse Mennen na meta. Lakata também se encontrava satisfeito. “Ninguém esperava que pudessemos ganhar tanto tempo de vantagem na etapa de hoje. Neste momento está tudo a correr a nosso favor e, a manter-se assim, ainda podemos obter o primeiro lugar.”

Na etapa 5 deu-se a quarta vitória da equipa Topeak-Ergon, criando ainda mais pressão nos líderes da Transalp. Lakata e Mennen venceram a etapa de 69 km desde Scuol na Suíça, até Livigno na Itália, num tempo de 3:11:15.7. A diferença para a equipa da camisola amarela, Markus Kaufmann e Thomas Stoll, reduziu cerca de 2 minutos.

A etapa rainha de quinta-feira provocou a viragem crucial da corrida, dando a Robert e Alban a camisola amarela, após um excelente desempenho. A etapa de 106 km e 3400 metros de altimetria, com temperaturas acima dos 30°C, foi a mais dura da Transalp deste ano. A dupla Topeak-Ergon teve que concentrar-se ao máximo para recuperar a diferença dos líderes, e também para evitar quedas nas difíceis descidas. Após ganhar a camisola amarela, Lakata diz: “Até ao momento tudo está a correr muito bem. Temos agora uma vantagem de cerca de 28 segundos e apenas duas curtas etapas, pelo que é fácil pensar numa vitória final.”

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Do lado feminino, Sally Bigham e a companheira Milena Landtwing, da equipa Vaude Centurion venceram a 6ª etapa, caminhando em direção a uma vitória confortável. A corredora de origem britânica, Bigham, com a sua precisão suiça, continua a ganhar com frequência. Na classificação geral Sally e Milena têm agora uma vantagem de mais de 3 horas, podendo desfrutar da paisagem nas 2 etapas que faltam.

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Na sétima etapa, desde Ponte di Legno até Madonna di Campiglio, os campeões da equipa Team Stöckli decidiram por si mesmos. Alban e Robert chegaram cerca de 2 minutos depois, terminando em segundo lugar e aumentando assim a sua liderança para 4:18 minutos em relação aos seus adversários mais próximos.

Milena Landtwing e Sally Bigham continuaram a liderarm terminando a sétima etapa com o primeiro lugar no pódio.

Na oitava etapa Robert e Alban terminaram novamente em segundo lugar, vencendo a classificação geral da Transalp 2012. Obtiveram um total de 27:35:17:5 horas desde Oberammergau/Alemanha, até Lago di Garda/Itália, na sua nova Grand Canyon CF SLX 29.

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“Uma vitória na Transalp fica no palmarés de qualquer bom corredor de maratonas. Agora está também no meu. Estou nas nuvens, agora que conseguimos obter esta vitória”, diz Alban Lakata, que atualmente se encontra no pico da sua forma.

O companheiro de equipa Robert Mennen ficou bastante entusiamado, especialmente porque esta foi a primeira participação do vice-campeão alemão na Translap: “Não teria sonhado com isto antes do início desta época. O facto de ter funcionado é simplesmente fantástico!”

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Na classificação feminina ninguém foi capaz de obter melhores resultados que Sally Bigham e Milena Landtwing. Com uma classificação de 33:18:54.2 horas e vencedoras das 8 etapas, as duas correram até Riva de uma forma impressionante e como vencedoras incontestáveis da classificação geral.

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Canyon e Katusha: à espera do Tour de France

  Junho 22nd, 2012 | 16:18 | Canyon Onlineredaktion

A excitação está a crescer! As 22 equipas pro participantes anunciaram já as suas formações para o Tour de France.
Para os 198 corredores, a mais importante corrida de bicicletas do mundo vai iniciar-se Sábado 30 de Junho.
Prometem ser 3 semanas excitantes ao longo de 21 etapas onde a paixão, a alegria e os limites entre vitória e derrota estão tão próximos.

A Canyon está uma vez mais no meio de toda esta acção. Esta irá ser a nossa quarta participação consecutiva com equipas prós no Tour de France – e este ano, pela primeira vez, em parceria com a equipa profissional Russa Katusha.

A equipa Russa liderada pelo antigo Director Geral da Gerolsteiner Hans-Michael Holczer. Estamos particularmente satisfeitos por colaborar com dois conselheiros para a equipa como sendo os Canyon Heroes Michael Rich e Erik Zabel.

Os seguintes corredores irão degladiar-se ao longo de 3500 kms de estradas Belgas e Francesas com as suas bicicletas Canyon em busca da honra, glória e o derradeiro prémio no desporto de ciclismo.
A equipa:

Giampaolo Caruso (ITA), Óscar Freire (ESP), Vladimir Gusev (RUS), Joan Horrach (ESP), Aliaksandr Kuchynski (RUS), Denis Menchov (RUS), Luca Paolini (ITA), Yuriy Trofimov (RUS), Eduard Vorganov (RUS).

Líder de equipa: Denis Menchow

Denis Menchov / Foto: ROTH

A equipa será liderada por Denis Menchov. O Russo de sucesso pode olhar com orgulho para o passado e os seus feitos no Tour de France; 2003 enquanto jovem, 2006 6º lugar e em 2010 celebrou a sua terceira posição da classificação geral, arrebatando um lugal no pódio em Paris. Estes são os pré-requisitos para o duas vezes vencedor da Vuela (2005, 2007) e do Giro d’Italia em 2009, que tem apenas um objectivo em mente na edição deste ano do Tour de France – a vitória na geral!

O Sprinter: Óscar Freire

Óscar Freire / Foto: ROTH

Óscar também pode orgulhar-se do seu passado em edições do Tour. O Espanhol de 36 anos venceu quatro etapas do Tour de France e, em 2008, arrebatou a camisola verde. A lista de vitórias na sua carreira é interminável mas continua com sede de vitórias e estamos certos que iremos testemunhar alguns feitos do Óscar na sua Aeroad CF!

Bicicletas feitas para campeões:

A Aeroad CF:

Aeroad CF im Katusha Team Design

A máquina para fugitivos. Optimizada para perseguição. Os tubos particulares assim como a posição de condução competitiva sobre a bicicleta tornam a Aeroad CF ideal para aquele ataque no grupo de fugitivos. Leve, rígida, confortável e segura. A Aeroad CF está numa classe à parte entre as bicicletas aero.

Especificações:
Quadro – Canyon Aeroad CF
Espigão – Canyon VCLS Aero Post
Groupo – Shimano Dura Ace Di2
Rodas – Mavic
Pneus – Mavic Griplink e Powerlink
Guiador – Ritchey WCS
Avanço – Ritchey WCS
Selim – Selle Italia Team Edition
Pedais – Shimano Dura Ace carbono
Fita do guiador – Ritchey

A Ultimate CF SLX:

Ultimate CF SLX im Katusha Team Design

A Ultimate CF SLX prima pela rigidez, leveza e conforto de condução. A bicicleta perfeita para subidas, descidas irregulares e para sprints explosivos na linha da meta.

Especificações:
Quadro – Canyon Ultimate CF SLX
Espigão – Canyon VCLS
Groupo – Shimano Dura Ace Di2
Rodas – Mavic
Pneus – Mavic Griplink e Powerlink
Guiador – Ritchey WCS
Avanço – Ritchey WCS
Selim– Selle Italia Team Edition
Pedais – Shimano Dura Ace carbono
Fita do guiador – Ritchey

A Speedmax CF:

Speedmax CF

A nova Speedmax CF é a mais rápida bicicleta de contra-relógio do mundo. Mesmo antes da sua estreia em competição no Giro d’Italia, a bicicleta demonstrou as suas capacidades e é uma séria candidata na edição deste ano do Tour de France!

Especificações:
Quadro – Canyon Speedmax CF
Espigão – Canyon
Groupo – Shimano Dura Ace Di2
Rodas – Mavic
Pneus – Mavic Griplink e Powerlink
Guiador – Canyon
Avanço – Canyon
Selim – Selle Italia Team Edition
Pedais – Shimano Dura Ace carbono

O Tour de France em texto e imagens
Iremos mantê-lo actualizado com reportagens, fotos e relatos internos em canyon.com e no Facebook. Depois do sucesso do ano anterior, iremos novamente ter o nosso concurso TDF-Special no nosso website.
Demonstre o quanto perito é e arrebate ofertas excepcionais.
Mais informação detalhada acerca do nosso Tour de France Special será divulgada brevemente no nosso blogue e no Facebook.

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Festa em Rosa: Purito Rodríguez vence etapa e arrebata a maglia rosa

  Maio 15th, 2012 | 18:06 | Canyon Onlineredaktion

Joaquim “Purito” Rodríguez fê-lo de novo! Reclama a Maglia Rosa com uma vitória na etapa 10 do Giro d’Italia. Excelente trabalho Purito!

Etappensieger und jetzt im Rosa Trikot Joaquim Purito Rodriguez, 10. Etappe Civitavecchia - Assisi, GIRO d'ITALIA  2012 / Foto: ROTH-FOTO

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Joaquim Purito Rodriguez vence Flèche Wallone

  Abril 18th, 2012 | 17:29 | Canyon Onlineredaktion

Que grande final! Num brilhante sprint final Purito Rodriguez arrebatou a primeira vitória na temporada das clássicas para a Katusha com a sua Aeroad CF.

Após 194 quilómetros de sobe e desce através das Ardenas Belgas, desde Charleroi até Huy, Rodriguez teve um desempenho impressionante e confirmou o seu papel enquanto um dos favoritos para a corrida. Após dois segundos lugares nos últimos dois anos, foi o coroar para o nosso trepador.

Joaquim Rodriguez gewinnt  La Flèche Wallone 2012  / copyright: bettiniphoto

Apresentamos a Aeroad CF num design especial para Purito alias Joaquim especificamente para a semana das Ardenas.

Sonderdesign für Purito Rodriguez

Se a expectativa era grande para o Mur de Huy, o qual foi lindamente embelezado pelos tubos da Aeroad CF, o mesmo teve um papel chave na corrida de ontem.

Este Domingo, os pros da Katusha voltam à acção para a tripla das Ardenas. A coroa será a clássica Liège-Bastogne-Liège. Isto não vai ser pera doce uma vez que é a mais antiga corrida de um dia e uma das mais duras pelo seu perfil irregular que atravessa a Valónia.

Depois, Purito terá de passar a última dura subida, a Côte de la Redoute!

Purito é o melhor mesmo que apanhe subidas íngremes e estamos desta forma a torcer por uma vitória na Liège-Bastogne-Liège!
Parabéns ao Rodriguez e à restante equipa!

Canyon e Katusha. Aprender em conjunto, com cada vitória

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Sónia Lopes – Campeonato da Europa 24 Horas

  Abril 18th, 2012 | 16:56 | Canyon Onlineredaktion

Para muitos as corridas de 24 horas a solo são a mais dura forma de competição no ciclismo de montanha. Recentemente disseram-me ao ouvido que estas corridas eram tão duras que seria impossível viver delas. Pois bem, mas este é o meu querido “mundo dos pedais” e contrariando alguns “Velhos do Restelo” que persistem em elevar a sua voz quando o sucesso espreita à porta dos teimosos, é para este mundo que vivo e é dele também que tento sobreviver.

Depois de algumas épocas de azar cheguei à conclusão que em termos competitivos quanto mais duras fossem as condições melhor seria a minha prestação, esta é também a única explicação da minha continuidade num desporto que me deixa já algumas marcas no corpo. Foi pois com naturalidade que me dediquei às 24 horas, onde tenho vindo a alcançar resultados de que muito me orgulho.

Já em 2011 o desejo de competir fora de Portugal, procurando novos desafios, esteve presente tendo sido adiado apenas e só por falta de orçamento disponível, consequência de incumprimentos contratuais, é assim que gosto de nomear os aspectos menos positivos que muito me ensinaram e motivaram a trabalhar mais e melhor.

Contra a uma conjectura económica pouco favorável apontei ainda assim, como principal objectivo para 2012, ano de aprendizagem, os Campeonatos da Europa de 24 horas em NewCastleton no Reino Unido. Uma vez mais o papel do inqualificável Pedro Maia foi preponderante na minha preparação e prestação final, tendo estado ele presente no circuito de NewCastleton em 2011 onde alcançou o décimo posto da tabela classificativa na classe de master, o Pedro foi uma vez mais o meu grande trunfo e por muito que escreva ou faça será sempre escassa a forma de agradecimento, resta-me pois continuar a trabalhar sobre a sua alçada.

Como preparação para este Campeonato da Europa, enfrentei a Armada Espanhola e o seu Open XCR, provas de 12 horas que serviram de treino e me trouxeram momentos inesquecíveis de glória e respeito. Confesso agora ter errado ao participar na terceira etapa, uma semana apenas antes do meu grande objectivo. Penso que o resultado final do Europeu teria sido outro se não tivesse gasto em Múrcia o que me fez falta em NewCastleton mas esta vida é mesmo assim aprender até morrer e quem sabe até mesmo depois.

Newcastleton é uma pequena aldeia escocesa pela qual me apaixonei, eu e o meu mais que tudo João Aragão que caso exista um dia o troféu de Best Pit Manager será com certeza um forte candidato ao título mundial, tal é a sua vasta experiência nacional e internacional, gigantesco profissionalismo e incompreensível paixão por este mundo, só lhe falta mesmo pedalar por mim e por quem tem a sorte de por ele ser assistido. A Escócia é hoje uma paixão da família e contamos os dias para o regresso se possível na companhia do membro mais novo o “GRANDE” MARTIM. De referir que a organização contemplou os mais novos com duas provas, uma de doze e outra de 24 minutos.

Apesar da importância da corrida e do seu peso na minha época foi com inesperada tranquilidade que alinhei à partida no centro da aldeia. Cores, aromas, caras, vestes e formas de estar completamente diferentes do que eram para mim até agora habituais ver neste tipo de evento. Desde conduzirem, segundo eles no lado certo das vias a esquerda, até uma educação e respeito por tudo e todos que jamais tinha encontrado. Imaginem o que seria do vosso quarto de hotel em qualquer país latino se o mesmo não tivesse uma porta com fechadura ou em que estado ficaria uma cozinha comunitária completamente equipada depois de um fim-de-semana de competição. No Whithaugh Park na segunda-feira seguinte à prova tudo estava como novo, não há como não respeitar este povo.

Um circuito com cerca de 18 km, duro, divertido e acima de tudo muito seguro, foi o que encontrei num “Bike Park” com infra-estruturas bem pensadas e muito estimadas. Um exemplo para todos os organizadores deste tipo de eventos que por vezes em troca da espectacularidade da prova, esquecem ou simplesmente ignoram o que é na realidade pedalar durante 24 horas.

Esta foi a melhor corrida que fiz até hoje, não foi perfeita, cometi erros mas acima de tudo constatei que é possível. É possível conquistar o pódio que ficou desta vez tão perto, é possível combater estruturas de assistência com duas bicicletas e cinco assistentes por concorrente. Sim é possível sair deste nosso querido Portugal e fazer a diferença, basta acreditar.

Talvez pela extensão do traçado ou motivada pelas surpresas que a organização preparou, como colocar dois “Power Ranger’s” e um “Gorila” no percurso durante toda a noite mas certamente pelos 2000 lumens das minhas Natural Shine não tive sono durante a prova o que me permitiu manter um ritmo regular. As habituais quebras durante a mudança de luz do dia para a noite e da noite para o dia não se fizeram notar. Durante a noite tentei aumentar o ritmo e atacar o pódio mas pura e simplesmente não tinha mais para dar, fiz as adversárias merecerem o lugar que ocuparam, mas acusei o desgaste da semana anterior e uma vez mais me enfureci contra mim mesma e contra a minha impotência de chegar mais alto. Resta-me continuar a trabalhar e aprender com os mais fortes e com os mais fracos sempre com a promessa de tudo fazer para voltar e melhorar este resultado que em boa hora alcancei.

Quarto lugar é a classificação final neste que foi um dos objectivos da época, a todos pelo incansável apoio, aqui deixo uma vez mais o meu sincero e mais sentido agradecimento.

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Sónia Lopes # 3 Open de Espanha XCR – Trofeu Trek 12 Wild Wolf Series – Puerto Lumbreras, Murcia

  Abril 18th, 2012 | 16:54 | Canyon Onlineredaktion

Decorreu no passado dia 31 de Março, na localidade de Puerto Lumbreras, província de Múrcia em Espanha a terceira etapa do Open de Espanha XCR – Troféu Trek 12 Wild Wolf Series. À partida a camisola de líder, que nos pertence, era a mais cobiçada pela forte concorrência que aumenta de etapa para etapa, tanto na quantidade como na qualidade e estratégia. Esta foi provavelmente a prova mais difícil de gerir da minha carreira, com a liderança do Open de Espanha XCR em perigo, a uma semana do principal objectivo da época o Campeonato Europeu de 24 Horas, gerir era a palavra de ordem. Não podia perder a liderança mas toda a energia aqui gasta viria a fazer falta no Europeu.
A viajem de 1000 km foi uma vez mais no dia anterior com paragens frequentes e os cuidados possíveis, poupando ao máximo o físico. Esta foi uma condição imposta à partida pelo intervalo de uma semana apenas entre competições que exigem muito mais do que isso para uma recuperação eficiente.

Nos momentos que antecedem a partida tive direito a entrevista pelo locutor de serviço. Às perguntas feitas em Castelhano, respondi em Português como sempre faço em qualquer ocasião ou lugar, mas só depois da tradução ouvi os aplausos do público.
O regulamento deste Espanha XCR Open prevê a volta mais rápida como factor de desempate no caso de igualdade em numero de voltas concluídas. Para uns um contra senso, uma vez tratar-se de um Troféu de resistência e não de velocidade, para mim uma regra a respeitar mas que em muito me penaliza desempenho. Tudo isto faz com que os primeiros km da corrida sejam disputados a uma velocidade própria de uma prova de XCO.

Habitualmente é durante as primeiras horas que se definem as voltas más rápidas e foi durante esse período que obtive a terceira mais rápida. Para alcançar a vitoria teria agora de fazer mais do que ser a primeira a chegar à meta, tinha de dobrar as duas rivais mais rápidas. São estes momentos que nos fazem crescer e evoluir como pessoas e atletas. Vestia a camisola de líder da Real Federação Espanhola de Ciclismo, para ganhar teria de despender toda a energia de que dispunha sem receios ou limitações, o que ira por em causa a prestação no Europeu. Chorei de raiva por ter definido objectivos, por ter de respeitar compromissos, por ter pessoas a trabalhar comigo diariamente. A vontade foi esquecer tudo e acelerar ao máximo, podia ter ganho? Talvez sim, talvez não, engoli um sapo do tamanho do mundo mas consegui controlar o instinto primitivo e a sede de vitoria, respeitei quem muito me apoia e faz da Sónia Lopes uma realidade, controlei a corrida e a estratégia dura das adversárias e suas “equipas”, consegui o segundo lugar, dobrando a segunda mais rápida, assegurando a liderança e poupando energia.
Este resultado e a vantagem conquistada nas anteriores etapas foram suficientes para manter a liderança do Open.

Desta vez lutei contra mim e contra as adversárias, na mais dura corrida que já tive a honra de disputar, onde enfrentei a minha maior rival, uma tal de Sónia Lopes. No final continua a ser portuguesa a líder do Espanha Open XCR, sendo a culpa invariavelmente vossa.

Atenciosamente
Sónia Lopes

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David Luis – 22º lugar no primeiro Triatlo da época

  Abril 10th, 2012 | 15:27 | Canyon Onlineredaktion

Esta foi a minha primeira taça da Europa. Nunca tinha participado numa, por isso foi com o objectivo de apreender, mas ao mesmo tempo estava a espreitar um bom resultado. O dia estava bonito, e não chovia como tinha acontecido nos dias anteriores. Antes da nossa prova, houve a prova feminina, em que as portuguesas acabaram por fazer 1º e 2º.
Parti com o numero 65 de 70 e por esta razão parti para a natação no pior sitio. Durante a natação não consegui perceber se estava no primeiro grupo por isso tive que esforçar me para ter a certeza que ficava nesse grupo. Lá consegui sair no primeiro grupo e com uma boa transição (raro) fui para o ciclismo no primeiro grupo.

O segmento de ciclismo, que normalmente é onde sou mais fraco acabou por ser o melhor, senti-me muito bem e estive bastante activo, tão activo que na descida do percurso, uma descida que no final tinha uma curva a 90º fiz sempre nos 3 primeiros, e ainda conseguia descolar o pelotão, que só me apanhava uns bons metros mais a frente. Este segmento foi controlado por 3 portugueses, dois dos quais com CANYON a minha e a do Filipe Azevedo.
Outro ponto que me deixou contente foi a chegada à segunda transição consegui entrar nos primeiros, normalmente sou sempre o ultimo, esta transição já não foi tão boa como a primeira.

Sai forte para a corrida, mas esse ritmo não durou muito tempo, e comecei a quebrar, este segmento foi o meu pior e fez-me perder algumas posições. Eu sabia que a corrida não ia correr bem, pois sentia que não estava com ritmo nem em forma.
Pronto e foi assim a minha primeira taça da Europa (22º geral, 4º youth), coisas boas e coisas más, no final o resultado foi positivo. Podia ter sido melhor mas não faz mal, para o ano ganho :D Este dia ficou marcado pela morte súbita do ex-seleccionador nacional, uma excelente pessoa, um bom amigo e uma grande treinador que levou a Vanessa Fernandes a muitas vitórias e à medalha de prata nos jogos de 2008.

David Luis – Canyon Young Hero 2011

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